Encontro (1)
Encontro (2)
Encontro (3)
Espero que tenham gostado! :)
Encontro (3) - final
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Ana C D Andrade
on sexta-feira, 29 de novembro de 2013
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Encontro (2)
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Ana C D Andrade
on quinta-feira, 28 de novembro de 2013
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Segue agora mais alguns links sobre a reportagem sobre prematuros no Encontro com Fátima Bernardes!
Encontro (2)
Encontro (3)
Encontro (2)
Encontro (3)
Encontro - prematuros (1)
Postado por
Ana C D Andrade
on quarta-feira, 27 de novembro de 2013
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No programa Encontro com Fátima Bernardes de 27/11, um dos temas foi PREMATURIDADE!
Achei incrível o tema (até pq eu nem gosto disso né rs)
Segue o primeiro link!!
Encontro (1)
Achei incrível o tema (até pq eu nem gosto disso né rs)
Segue o primeiro link!!
Encontro (1)
Primeiro ano de vida de um prematuro
Postado por
Ana C D Andrade
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Simplesmente PERFEITO!!
Atuação da fisioterapia pediátrica no contexto hospitalar - por Sandra Omori Sakuma (Fisioterapeuta Hospital Pequeno Príncipe)
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Ana C D Andrade
on segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
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Olá gente! Achei esse texto no Facebook da Sociedade de Fisioterapia Pediátrica e Neonatal, achei bem interessante e vou compartilhar com vcs!
Foi escrito pela Fisioterapeuta Sandra Omori Sakuma (Hospital Pequeno Príncipe - Curitiba)
Os principais objetivos da atuação do fisioterapeuta em um hospital são os de minimizar os efeitos da imobilidade no leito, prevenir e/ou tratar as complicações respiratórias e motoras bem como promover integração sensório- motora e cognitiva.
Foi escrito pela Fisioterapeuta Sandra Omori Sakuma (Hospital Pequeno Príncipe - Curitiba)
Os principais objetivos da atuação do fisioterapeuta em um hospital são os de minimizar os efeitos da imobilidade no leito, prevenir e/ou tratar as complicações respiratórias e motoras bem como promover integração sensório- motora e cognitiva.
O paciente, seja ele clínico ou cirúrgico, pode apresentar-se em diversas condições de saúde, com isso, conforme as necessidades apresentadas pela criança prioriza-se determinadas técnicas, visando maior efetividade nas condutas e na utilização dos recursos disponíveis. Dessa maneira participa-se ativamente na recuperação do paciente, e conseqüente redução no seu período de permanência de internação hospitalar.
Como conseqüência da imobilização, o paciente torna-se descondicionado, o que reduz sua capacidade de executar exercício aeróbico diminui sua tolerância aos esforços e pode comprometer o desmame de pacientes submetidos a períodos prolongados de ventilação mecânica. A imobilização mais a incapacidade de deslocar secreção pulmonar adequadamente favorece complicações respiratórias como atelectasias, pneumonias, às vezes necessitando de intubações e traqueostomias.
A fisioterapia está indicada objetivando higiene brônquica, melhora da oxigenação, além da melhora da mecânica respiratória.
O prolongado tempo de internação, posicionamento inadequado com falta de mobilização predispõe a modificações morfológicas dos músculos e tecidos conjuntivos. Em alguns casos encontramos: alterações no alinhamento biomecânico, comprometimento de resistência cardiovascular, que ocorrem em exigências funcionais para realização de movimentos coordenados. Evoluindo com contraturas articulares, diminuição do trofismo e força muscular, e aparecimento de úlceras de pressão. O fisioterapeuta atuando sobre os efeitos deletérios da hipo ou inatividade do paciente acamado no âmbito hospitalar contribui na redução da taxa de mortalidade, taxa de infecção, tempo de permanência na UTI e no hospital, índice de complicações no pós-operatório.
Um outro fator essencial à criança é a estimulação adequada, pois o seu desenvolvimento está diretamente relacionado ao conhecimento adquirido através da vivência e experiência cotidiana, assim os diversos problemas vivenciados pela criança influem diretamente em seu bem estar presente e futuro.
É fundamental que o fisioterapeuta além da preocupação quanto a melhora da capacidade respiratória e motora, estimule os sistemas vestibular, auditivo, visual, táctil e proprioceptivo.
Também orientar os pais em observar melhor seus filhos, chamando atenção nos gestos destas crianças, procurando resgatar: movimentos adequados com maior eficiência, favorecendo maior movimentação e promovendo o desenvolvimento da percepção espacial, consciência corporal, exploração do ambiente e interação social. Objetivando a incorporação destas combinações a vida cotidiana, antes que os modelos anormais se fixem. Isso mostra a importância da intervenção precoce, orientando pais e a equipe multiprofissional, promovendo assim, um intercâmbio de informações dentro das unidades hospitalares com o intuito de sensibilizar a equipe em fazer a prevenção, cada qual em sua área, criando agentes mediadores, multiplicadores de informações, conceitos e metas em diversas especialidades, aumentando a abrangência dos programas de saúde, educando e informando os grupos de atendimento. Interagir respeitando as características individuais através de um atendimento globalizado, sabendo-se que cada ser reage à mesma situação de maneira diferenciada, reconfortando o paciente e a família.
Como conseqüência da imobilização, o paciente torna-se descondicionado, o que reduz sua capacidade de executar exercício aeróbico diminui sua tolerância aos esforços e pode comprometer o desmame de pacientes submetidos a períodos prolongados de ventilação mecânica. A imobilização mais a incapacidade de deslocar secreção pulmonar adequadamente favorece complicações respiratórias como atelectasias, pneumonias, às vezes necessitando de intubações e traqueostomias.
A fisioterapia está indicada objetivando higiene brônquica, melhora da oxigenação, além da melhora da mecânica respiratória.
O prolongado tempo de internação, posicionamento inadequado com falta de mobilização predispõe a modificações morfológicas dos músculos e tecidos conjuntivos. Em alguns casos encontramos: alterações no alinhamento biomecânico, comprometimento de resistência cardiovascular, que ocorrem em exigências funcionais para realização de movimentos coordenados. Evoluindo com contraturas articulares, diminuição do trofismo e força muscular, e aparecimento de úlceras de pressão. O fisioterapeuta atuando sobre os efeitos deletérios da hipo ou inatividade do paciente acamado no âmbito hospitalar contribui na redução da taxa de mortalidade, taxa de infecção, tempo de permanência na UTI e no hospital, índice de complicações no pós-operatório.
Um outro fator essencial à criança é a estimulação adequada, pois o seu desenvolvimento está diretamente relacionado ao conhecimento adquirido através da vivência e experiência cotidiana, assim os diversos problemas vivenciados pela criança influem diretamente em seu bem estar presente e futuro.
É fundamental que o fisioterapeuta além da preocupação quanto a melhora da capacidade respiratória e motora, estimule os sistemas vestibular, auditivo, visual, táctil e proprioceptivo.
Também orientar os pais em observar melhor seus filhos, chamando atenção nos gestos destas crianças, procurando resgatar: movimentos adequados com maior eficiência, favorecendo maior movimentação e promovendo o desenvolvimento da percepção espacial, consciência corporal, exploração do ambiente e interação social. Objetivando a incorporação destas combinações a vida cotidiana, antes que os modelos anormais se fixem. Isso mostra a importância da intervenção precoce, orientando pais e a equipe multiprofissional, promovendo assim, um intercâmbio de informações dentro das unidades hospitalares com o intuito de sensibilizar a equipe em fazer a prevenção, cada qual em sua área, criando agentes mediadores, multiplicadores de informações, conceitos e metas em diversas especialidades, aumentando a abrangência dos programas de saúde, educando e informando os grupos de atendimento. Interagir respeitando as características individuais através de um atendimento globalizado, sabendo-se que cada ser reage à mesma situação de maneira diferenciada, reconfortando o paciente e a família.
A fisioterapia no desenvolvimento motor do prematuro
Postado por
Ana C D Andrade
on quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
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Texto adaptado do blog Prematuridade.com
A importância da fisioterapia no desenvolvimento motor dos bebês pré-termo
Dra. Alessandra Martins Roberto
O nascimento de um recém-nascido pré-termo está relacionado ao aumento da freqüência de distúrbios relacionado ao desenvolvimento neuropsicomotor. Apesar de não existir consenso quanto às características específicas destes déficits e sua extensão a longo prazo, mesmo na ausência de sinais clínicos severos (como alterações neurológicas, musculares, deficiências múltiplas,etc.), um número significativo de crianças que nasceram pré-termo vem apresentando, de acordo com estudos, sinais de distúrbios do desenvolvimento relacionados com as seguintes áreas: cognição, linguagem, socialização, autocuidado e déficits de desenvolvimento motor.
Considerando uma medida de prevenção a estes fatores, o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar logo após a alta hospitalar deste bebê é de extrema importância para prevenir estes atrasos do desenvolvimento.
A importância da fisioterapia:
Quando falamos em Fisioterapia Pediátrica, logo pensamos no desenvolvimento motor, onde a criança tem que ser capaz de controlar seu próprio corpo, afinal é através do corpo que a criança brinca e ganha recursos adequados para o seu desenvolvimento, garantindo sua independência e ainda contribuindo para que tenha um bom conceito de si mesma.
Este processo de desenvolvimento do bebê se compreende em uma complexa seqüência de eventos fisiológicos e de mudanças comportamentais que se iniciam na concepção e se estendem até a vida adulta. Desde a fecundação, as células responsáveis pelo processo de formação do feto participam de uma série de situações em que se multiplicam e se transformam com a finalidade de gerar um organismo íntegro, maduro e harmônico para o seu funcionamento. No entanto, é após o nascimento que o desenvolvimento motor se desenvolve ao longo da vida, sendo submetida a um processo de transição, cujos movimentos livres experimentados intra-útero, são agora restritos pela ação da gravidade.
Conhecendo o universo da motricidade humana, o acompanhamento de todo o processo de desenvolvimento infantil e a detecção precoce de distúrbios relacionados ao desenvolvimento motor consegue-se entender a importância da intervenção Fisioterapêutica imediata nestes bebês pré-termo para um melhor prognóstico do desenvolvimento.
A Fisioterapia precoce em bebês pré-termo antes, durante e após a alta hospitalar tem como principal objetivo minimizar através de ações preventivas, fatores que interferem no desenvolvimento motor do bebê.
Dica:
• Todo o bebê pré-termo deve ser acompanhado por uma equipe multidisciplinar com o intuito de prevenir atrasos do desenvolvimento global (socialização, cognição, linguagem ,autocuidado e desenvolvimento motor).
• Estimule o bebê com brinquedos adequados para sua idade, contribuindo para um melhor desenvolvimento adequado.
• Enquanto o bebê brinca com brinquedos ele também estará desenvolvendo seu cérebro.
• A falta de estímulo pode causar um atraso no desenvolvimento neurológico.”
Kinesio taping
Postado por
Ana C D Andrade
on quinta-feira, 29 de março de 2012
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É uma bandagem adesiva, oriunda do Japão a mais de 20 anos tendo Dr.
Kenzo Kase como inventor desta técnica que atualmente é conhecida em
vários países da Europa, Ásia e Estados Unidos.
Sua técnica de aplicação está baseada nas capacidades de regeneração natural do nosso corpo. Tem uma filosofia diferente das outras bandagens cujo objetivo é o de proporcionar liberdade de movimento pois é uma bandagem elástica e tão fina quanto a pele. Já a bandagem convencional utilizada no desporto, é concebida de modo a restringir o movimento dos músculos e articulações afetadas, exercendo uma pressão significativa provocando obstrução da passagem dos fluídos orgânicos.
A aplicação está sendo explorada principalmente nas áreas de ortopedia e desportiva, porém vem conseguindo espaço também na neurologia, melhorando a biomecânica e controlando tônus dos pacientes. Na respiratória ainda é bastante difícil encontrar pesquisas e artigos, porém com bases fisiológicas e biomecânicas, podemos utilizar as bandagens com uma boa resposta.
Caso clínico:
Criança de 1 ano e 3 meses, histórico de prematuridade e displasia broncopulmonar, encaminhado à fisioterapia para tratamento respiratório devido à dispneia.
Aplicação de kinesio taping com bases no método RTA, melhorando justaposição disfragmática e apoio abdominal, facilitando o trabalho muscular e diminuíndo o esforço.
A criança diminuiu as crises de dispneia, apresentando-se mais ativa e respondendo melhor aos esforços.
Sua técnica de aplicação está baseada nas capacidades de regeneração natural do nosso corpo. Tem uma filosofia diferente das outras bandagens cujo objetivo é o de proporcionar liberdade de movimento pois é uma bandagem elástica e tão fina quanto a pele. Já a bandagem convencional utilizada no desporto, é concebida de modo a restringir o movimento dos músculos e articulações afetadas, exercendo uma pressão significativa provocando obstrução da passagem dos fluídos orgânicos.
A aplicação está sendo explorada principalmente nas áreas de ortopedia e desportiva, porém vem conseguindo espaço também na neurologia, melhorando a biomecânica e controlando tônus dos pacientes. Na respiratória ainda é bastante difícil encontrar pesquisas e artigos, porém com bases fisiológicas e biomecânicas, podemos utilizar as bandagens com uma boa resposta.
Caso clínico:
Criança de 1 ano e 3 meses, histórico de prematuridade e displasia broncopulmonar, encaminhado à fisioterapia para tratamento respiratório devido à dispneia.
Aplicação de kinesio taping com bases no método RTA, melhorando justaposição disfragmática e apoio abdominal, facilitando o trabalho muscular e diminuíndo o esforço.
A criança diminuiu as crises de dispneia, apresentando-se mais ativa e respondendo melhor aos esforços.

